A EXTREMA UTILIDADE SOCIAL DA
EXECUÇÃO DO HINO
Luciano Silva de Menezes [1]
É
interessante ver uma proposta de lei que consegue enxergar relevância na
execução de hinos no tocante à formação de crianças, jovens e adolescentes. Dessa
forma, as propostas de leis vão se tornaram cada vez mais envilecidas. Assim, não
é tão insólito ver espaços e oportunidades onde se deveria pensar e aprovar leis
que trouxessem de fato benesses concretas a grande maioria da população.
Mas,
enfim, vamos pensar na “felicidade” em ver um grande número de “especialistas”
no hino de Serra Talhada, e quão proveitosas serão as “evoluções” desses
jovens.
Acredito
que o valor de algo está na comprovação dos efeitos produzidos, sobretudo, a
partir de suas particularidades intrínsecas. Quais seriam as peculiaridades e
os efeitos produzidos pela execução do hino?
Esse
regionalismo conservador apenas mostra o quanto somos rudes e etnocêntricos, o
quanto somos incivilizados, o quanto segregamos, criamos grupos, criamos
fronteiras, criamos “ordens” e normas insignificantes.
Por
que não uma proposta de ensino de teorias e práticas musicais? Onde fossem
levantados recursos para isso e, que fossem destinados às crianças e jovens.
A
proposta da “massificação do hino” significa uma valorização concreta ao autor
ou apenas um regionalismo vicioso e insignificante como a função da repetição
mórbida e militarizada?
E
por que não uma Lei para suprimir todas as propostas infrutíferas para a
sociedade?
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